Surgiam notas finas e estridentes Que pareciam juras de eterno amor Em meio à tristeza e à ternura. Quando o sol brilhar pela manhã, A música ninguém saberá Senão aqueles que juram amor Ao sonido estridente e choroso, Exprimido pelas cordas do violino, Ao ser acariciado pelas mãos hábeis Do músico que ousa retirar Uma sonata e juras de amor Das cordas de tão sonoro instrumento, Quando este se põe a chorar. Michael Jullier Gama Alves
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